É muito difícil não encher os olhos diante de ovos de Páscoa, tortas e caixas de bombons. A tentação que o chocolate exerce sobre a maioria de nós aumenta ainda mais na Páscoa. Mas você sabe quando e como o chocolate surgiu?
Misturas Inusitadas
Descoberto pelos povos Maias e Astecas em 1500 a.C., o chocolate passou a ser difundido pelo mundo a partir do século 16, quando o conquistador espanhol Hernán Córtes esteve no México e o levou para a Europa. Naquela época, os Astecas tomavam-no como uma bebida amarga e fria, preparada a partir da fruta do cacaueiro. Eles adicionavam pimenta e outras especiarias na bebida e chamava de "xocolatl" ou "chocoatl" (água amarga). Foi na Espanha que o chocolate recebeu a adição de açúcar, canela e baunilha.
No século seguinte, viajantes e comerciantes o introduziram na Alemanha, França e Itália. Em 1659, as primeiras tortas de chocolate começaram a ser vendidas em Paris. Uma década depois o chef Lassagne, que trabalhava para o duque de Plessis-Praslin, criou o primeiro bombom, coberto de caramelo.
A comercialização do chocolate começa em torno de 1875, quando o suíço Daniel Peter utilizou o leite em pó, inventado por seu conterrâneo Henri Nestlé, e apresentou ao mundo o chocolate ao leite. Na primeira década do século 20, surgiram as marcas internacionais: Neuhaus e Godiva, Callebaut e Cacao Barry, na Bélgica; Fauchon, La Maison du Chocolat e Menier, na França; Kohler e Lindt, Nestlé e Suchard, na Suíça; Van Houten's, nos Países Baixos; Cadbury e Rowntree, na Inglaterra; Milton Hershey, nos Estados Unidos.
fonte: http://www.diabetes.org.br/imprensa/campanhas/pascoa/historia_chocolates.php
domingo, 19 de abril de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
CHOCOLATE - Em medicina, como medicamento.
O chocolate foi levado do México para a Europa no século XVI. Os invasores espanhóis se encantaram com o chá desta planta, se surpreenderam menos com o seu gosto e mais agradavelmente com os seus outros efeitos. O gosto amargo foi contornado adocicando o cacau conforme o gosto de cada um.
Desde cedo, aconteceram surpresas com o chocolate, o que continua acontecendo até os nossos dias. A primeira indicação terapêutica do chocolate veio quando descobriram que ele ajudava aos asmáticos nas suas crises, e a última surpresa agradável vem agora da Alemanha, onde um estudo muito bem conduzido chegou à conclusão que o chocolate é útil no combate à hipertensão arterial e na prevenção de doenças isquêmicas decorrentes da elevação da pressão arterial.
Um dos primeiros componentes estudados do cacau foi a teobromina. Esta palavra vem do grego e significa “alimento dos deuses”. A teobromina é um alcalóide do grupo das metilxantinas, assim como a cafeína e a teofilina. No chocolate o alcalóide de maior concentração é a teobromina.
Por outro lado, o chocolate teria a capacidade de liberar endorfinas, substâncias que provocam bem estar e facilitam o sono. É por esta razão que as camareiras dos hotéis costumam colocar à disposição um bombom ou um pequeno chocolate sob o travesseiro para que os hóspedes durmam bem.
O cacau contém outras substâncias, como os poilifenóis e os flavonóides. Os flavonóides têm a propriedade de diminuirem a pressão arterial, se administrados em doses maiores correspondendo a mais de 100 gramas de cacau ao dia. A novidade que é importante: os médicos pesquisadores (D.Taubert, R. Roesen, C. Lehmann, N. Jung e E. Schöemig) da Universidade de Colônia, na Alemanha, estudaram o efeito do cacau sobre a pressão arterial, administrando 6,3 g/dia de chocolate amargo ou 5,6 g/dia de chocolate branco e observaram o efeitos sobre a pressão arterial de pessoas voluntárias, da terceira idade, hipertensas leves e sãs sob demais aspectos. O estudo foi publicado na revista JAMA, 4 de Julho de 2007,. Vol. 298.
Foi constatado que depois de ingerir chocolate, 5,6 gramas por dia, havia uma diminuição da pressão arterial, já observável após 6 dias , e que depois de 18 dias baixava mais ainda, tanto em homens como em mulheres. A redução na pressão sistólica (a máxima), depois de 18 dias ingerindo 5,6 g de chocolate amargo/dia, era em média de 2,9 mm de Hg nas mulheres e 3,0 mm de Hg nos homens. Já na pressão diastólica (a mínima) a redução foi de 1,9 mm de Hg nas mulheres e 1,8 mm de Hg nos homens. Isto aconteceu somente com o chocolate amargo. Com o branco não houve influência sobre a pressão arterial.
A substância responsável por esta diminuição da pressão arterial seria do grupo S-nitrosoglution, encontrada somente no chocolate negro. A quantidade de chocolate administrada de 5,6 gramas ao dia, não alterou os níveis de açúcar no sangue e de colesterol, triglicerídeos ou creatinina. Os pacientes também não engordaram.
O cacau puro é bastante amargo, mas no chocolate o cacau é associado ao açúcar, o que pode tornar o seu consumo prejudicial nas dietas de emagrecimento ou para diabéticos. Já existem no mercado chocolates dietéticos, sem açúcar.
Podemos concluir que, além das dietas ricas em fibras, frutas e verduras, pobres em gorduras saturadas ou trans, o chocolate é recomendável para ajudar a controlar a pressão arterial. Aos pacientes se recomenda que não se fiem somente nestes dados, devem continuar controlando a sua pressão arterial com o seu médico.
tirado de: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?654
Desde cedo, aconteceram surpresas com o chocolate, o que continua acontecendo até os nossos dias. A primeira indicação terapêutica do chocolate veio quando descobriram que ele ajudava aos asmáticos nas suas crises, e a última surpresa agradável vem agora da Alemanha, onde um estudo muito bem conduzido chegou à conclusão que o chocolate é útil no combate à hipertensão arterial e na prevenção de doenças isquêmicas decorrentes da elevação da pressão arterial.
Um dos primeiros componentes estudados do cacau foi a teobromina. Esta palavra vem do grego e significa “alimento dos deuses”. A teobromina é um alcalóide do grupo das metilxantinas, assim como a cafeína e a teofilina. No chocolate o alcalóide de maior concentração é a teobromina.
Por outro lado, o chocolate teria a capacidade de liberar endorfinas, substâncias que provocam bem estar e facilitam o sono. É por esta razão que as camareiras dos hotéis costumam colocar à disposição um bombom ou um pequeno chocolate sob o travesseiro para que os hóspedes durmam bem.
O cacau contém outras substâncias, como os poilifenóis e os flavonóides. Os flavonóides têm a propriedade de diminuirem a pressão arterial, se administrados em doses maiores correspondendo a mais de 100 gramas de cacau ao dia. A novidade que é importante: os médicos pesquisadores (D.Taubert, R. Roesen, C. Lehmann, N. Jung e E. Schöemig) da Universidade de Colônia, na Alemanha, estudaram o efeito do cacau sobre a pressão arterial, administrando 6,3 g/dia de chocolate amargo ou 5,6 g/dia de chocolate branco e observaram o efeitos sobre a pressão arterial de pessoas voluntárias, da terceira idade, hipertensas leves e sãs sob demais aspectos. O estudo foi publicado na revista JAMA, 4 de Julho de 2007,. Vol. 298.
Foi constatado que depois de ingerir chocolate, 5,6 gramas por dia, havia uma diminuição da pressão arterial, já observável após 6 dias , e que depois de 18 dias baixava mais ainda, tanto em homens como em mulheres. A redução na pressão sistólica (a máxima), depois de 18 dias ingerindo 5,6 g de chocolate amargo/dia, era em média de 2,9 mm de Hg nas mulheres e 3,0 mm de Hg nos homens. Já na pressão diastólica (a mínima) a redução foi de 1,9 mm de Hg nas mulheres e 1,8 mm de Hg nos homens. Isto aconteceu somente com o chocolate amargo. Com o branco não houve influência sobre a pressão arterial.
A substância responsável por esta diminuição da pressão arterial seria do grupo S-nitrosoglution, encontrada somente no chocolate negro. A quantidade de chocolate administrada de 5,6 gramas ao dia, não alterou os níveis de açúcar no sangue e de colesterol, triglicerídeos ou creatinina. Os pacientes também não engordaram.
O cacau puro é bastante amargo, mas no chocolate o cacau é associado ao açúcar, o que pode tornar o seu consumo prejudicial nas dietas de emagrecimento ou para diabéticos. Já existem no mercado chocolates dietéticos, sem açúcar.
Podemos concluir que, além das dietas ricas em fibras, frutas e verduras, pobres em gorduras saturadas ou trans, o chocolate é recomendável para ajudar a controlar a pressão arterial. Aos pacientes se recomenda que não se fiem somente nestes dados, devem continuar controlando a sua pressão arterial com o seu médico.
tirado de: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?654
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Bolacha de Chocolate
Ingredientes
4 ovos
Sal
Cravo
Canela
Noz moscada
1 xícara de açúcar
1 xícara e meia de margarina
3 colheres de chocolate em pó
1 taça de licor de cacau
Farinha até o ponto (mais ou menos 1 kg)
1 pitada de pó royal
Modo de Preparo
Misture com as pontas dos dedos todos os ingredientes
Abra a massa, recorte as bolachas e asse
4 ovos
Sal
Cravo
Canela
Noz moscada
1 xícara de açúcar
1 xícara e meia de margarina
3 colheres de chocolate em pó
1 taça de licor de cacau
Farinha até o ponto (mais ou menos 1 kg)
1 pitada de pó royal
Modo de Preparo
Misture com as pontas dos dedos todos os ingredientes
Abra a massa, recorte as bolachas e asse
Bolo Floresta Negra
Ingredientes
8 ovos (claras e gemas separadas)
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de fermento em pó
Margarina e farinha de trigo para untar
Recheio:
1 xícara (chá) de calda de cerejas
3 xícaras (chá) de chantilly pronto
1 xícara (chá) de cerejas picadas
Cobertura:
1 lata de leite condensado
1 colher (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
300g de raspas de chocolate ao leite
1 xícara (chá) de cerejas
Modo de Preparo
Na batedeira, bata as claras em neve. Acrescente as gemas e o açúcar, batendo a cada adição. Retire da batedeira e misture delicadamente a farinha, o chocolate e o fermento. Coloque em uma fôrma de 30cm de diâmetro untada e enfarinhada. Asse por 30 minutos ou até que ao enfiar um palito, ele saia limpo. Desenforme, deixe esfriar e corte ao meio. Umedeça uma parte do bolo com a calda de cereja, espalhe o chantilly e salpique as cerejas picadas. Coloque a outra parte de bolo e umedeça com o restante da calda. Em uma panela, leve ao fogo médio o leite condensado, a manteiga e o chocolate em pó, mexendo sempre, por 10 minutos ou até soltar da panela. Deixe esfriar, cubra o bolo, decore com as raspas de chocolate e as cerejas. Sirva gelado.
Fonte: Guia de receitas UOL
8 ovos (claras e gemas separadas)
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de fermento em pó
Margarina e farinha de trigo para untar
Recheio:
1 xícara (chá) de calda de cerejas
3 xícaras (chá) de chantilly pronto
1 xícara (chá) de cerejas picadas
Cobertura:
1 lata de leite condensado
1 colher (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
300g de raspas de chocolate ao leite
1 xícara (chá) de cerejas
Modo de Preparo
Na batedeira, bata as claras em neve. Acrescente as gemas e o açúcar, batendo a cada adição. Retire da batedeira e misture delicadamente a farinha, o chocolate e o fermento. Coloque em uma fôrma de 30cm de diâmetro untada e enfarinhada. Asse por 30 minutos ou até que ao enfiar um palito, ele saia limpo. Desenforme, deixe esfriar e corte ao meio. Umedeça uma parte do bolo com a calda de cereja, espalhe o chantilly e salpique as cerejas picadas. Coloque a outra parte de bolo e umedeça com o restante da calda. Em uma panela, leve ao fogo médio o leite condensado, a manteiga e o chocolate em pó, mexendo sempre, por 10 minutos ou até soltar da panela. Deixe esfriar, cubra o bolo, decore com as raspas de chocolate e as cerejas. Sirva gelado.
Fonte: Guia de receitas UOL
domingo, 7 de dezembro de 2008
Chocolate é bom para a saúde
Coma chocolate
Delicie-se com as descobertas científicas que revelam: o alimento protege o coração, ajuda a prevenir o diabete tipo 2, reforça as defesas do corpo e ainda auxilia no controle do apetite
por Fábio de Oliveira
Sua matéria-prima, o cacau, era considerada por maias e astecas o alimento dos deuses. Tamanha veneração talvez tenha se originado da dedução de que as sementes do fruto do cacaueiro escondiam diversas propriedades. Se eram realmente divinas, isso ainda carece de comprovação. No entanto, quase cinco séculos depois de os espanhóis enriquecerem o paladar europeu com um dos sabores do Novo Mundo, sobram evidências científicas de que o chocolate amargo, guloseima com um gosto peculiar justamente por ter maior teor de cacau na sua composição, promove uma série de benefícios para a nossa saúde.
Os resultados de uma das pesquisas mais recentes sobre esse chocolate confirmam que ele protege o coração. Realizado na Universidade Hospital Colônia, na Alemanha, o estudo revela que seu consumo rotineiro reduz os níveis da pressão arterial.O trabalho avaliou 44 pacientes entre 56 e 73 anos, pré-hipertensos ou no estágio inicial do problema. Durante 18 semanas parte deles consumiu 30 calorias diárias, ou 6,3 gramas de chocolate amargo, algo equivalente a um único pedaço de uma barrinha. Os demais participantes ingeriram o tipo branco.
Aqueles ínfimos 6,3 gramas da versão de gosto mais acre derrubaram a pressão que o sangue exerce sobre os vasos a máxima, ou sistólica, em 1,6 milímetros de mercúrio e a mínima, a diastólica, em 1 milímetro de mercúrio. Além disso, a prevalência da hipertensão problema que acomete cerca de 1 bilhão de pessoas no globo e é responsável por milhares de casos de infarto e derrame caiu de 86% para 68%.
A queda de cada 2 milímetros de mercúrio na medida da pressão máxima já diminui bastante o risco de morrer de AVC ou do coração, assegura o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, da Sociedade Brasileira de Cardiologia. No estudo alemão, provou-se ainda que tudo isso pode se dar sem alterações no peso e nas taxas de açúcar e gordura na circulação.
O segredo do chocolate amargo está na altísssima concentração de certos flavonóides, como as catequinas, substâncias de nome estranho encontradas no cacau. São elas que agem nas artérias, promovendo a queda da pressão. Esses compostos elevam a produção de óxido nítrico, um vasodilatador natural, explica Malachias, que é diretor do Instituto de Hipertensão Arterial de Minas Gerais, em Belo Horizonte. O endotélio, a camada interna das artérias, fica mais flexível. Assim, o sangue passa por ali gerando menos pressão, explica a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição.
Para que isso ocorra é preciso que o consumo do alimento seja diário. Bastam de 30 a 40 gramas, ou quatro quadradinhos daqueles tabletes grandes, recomenda Vanderlí. Ela dá outra boa notícia: o chocolate amargo não contribui para a subida do colesterol. Os polifenóis impedem a oxidação do LDL, o tipo ruim da gordura, explica. Eles seqüestram essa molécula, formando um complexo solúvel que é eliminado pela urina.
Uma pesquisa japonesa publicada no periódico americano Nutrition investigou o papel da procianidina, outro componente do chocolate amargo, no controle do diabete tipo 2. Roedores obesos e com o mal consumiram uma beberagem de cacau rica na substância. Passado um tempo, os níveis de açúcar no sangue dos bichos caíram. Segundo os pesquisadores, isso pode ter ocorrido porque as tais procianidinas melhorariam a eficiência da insulina, o hormônio que bota a glicose dentro das células.
"Esse tipo de suplementação preveniu o diabete em camundongos obesos", afirma à SAÚDE! Hirohisa Takano, um dos autores do trabalho. Pesquisas com o chocolate amargo cheio de flavonóides mostraram que a ingestão de 100 gramas diários poderia garantir o mesmo benefício aos humanos, algo que ainda requer mais evidências. Portanto, se você é diabético, é cedo para sair se empanturrando.
Na Espanha, uma pesquisa realizada na Universidade de Barcelona também focou sua mira nos flavonóides do cacau, mas dessa vez com o objetivo de avaliar sua ação no sistema imune de ratos jovens, principalmente em células do batalhão das defesas, como os linfócitos e os macrófagos. Os animais receberam uma dieta enriquecida com o alimento durante três semanas. Depois os especialistas chegaram à conclusão de que houve um aumento na atividade de certas áreas envolvidas com a imunidade.
Isso se verificou com maior intensidade no timo, órgão situado no tórax e responsável pela maturação dos linfócitos T, nossos guardiões contra vírus e bactérias. "Descobrimos também que o cacau protege os neurônios dos efeitos dos radicais livres", conta à SAÚDE! Emma Ramiro, líder do estudo. Mas e o chocolate com isso? Ele é feito com massa de cacau, onde se encontram os flavonóides do fruto, explica a pesquisadora. E repete o que todos os estudos já apontam: Dentre todos os tipos, o chocolate amargo é o que mais contém esse tipo de composto. Assim, ele é o único que pode ter um bom impacto na saúde.
Além de não deixar o organismo fraco e vulnerável, o alimento mantém o humor da gente em alta. Ele possui duas substâncias cujos nomes são uns verdadeiros palavrões: N-oleoletanolamina e N-linoleoiletanolamina. A dupla estabiliza as anandamidas, uma espécie de maconha produzida pelo nosso próprio cérebro. Isso faz com que a sensação de bem-estar proporcionada por elas dure mais tempo, explica Vanderlí Marchiori.
Sem falar na fenilalanina e na tirosina, dois aminoácidos que são precursores da noradrenalina e da dopamina, outra dobradinha envolvida no estado de felicidade natural. Quer motivo melhor para curtir esse sabor amargo? Bom apetite!
Fonte: http://saude.abril.com.br/edicoes/0290/nutricao/conteudo_255259.shtml
Delicie-se com as descobertas científicas que revelam: o alimento protege o coração, ajuda a prevenir o diabete tipo 2, reforça as defesas do corpo e ainda auxilia no controle do apetite
por Fábio de Oliveira
Sua matéria-prima, o cacau, era considerada por maias e astecas o alimento dos deuses. Tamanha veneração talvez tenha se originado da dedução de que as sementes do fruto do cacaueiro escondiam diversas propriedades. Se eram realmente divinas, isso ainda carece de comprovação. No entanto, quase cinco séculos depois de os espanhóis enriquecerem o paladar europeu com um dos sabores do Novo Mundo, sobram evidências científicas de que o chocolate amargo, guloseima com um gosto peculiar justamente por ter maior teor de cacau na sua composição, promove uma série de benefícios para a nossa saúde.
Os resultados de uma das pesquisas mais recentes sobre esse chocolate confirmam que ele protege o coração. Realizado na Universidade Hospital Colônia, na Alemanha, o estudo revela que seu consumo rotineiro reduz os níveis da pressão arterial.O trabalho avaliou 44 pacientes entre 56 e 73 anos, pré-hipertensos ou no estágio inicial do problema. Durante 18 semanas parte deles consumiu 30 calorias diárias, ou 6,3 gramas de chocolate amargo, algo equivalente a um único pedaço de uma barrinha. Os demais participantes ingeriram o tipo branco.
Aqueles ínfimos 6,3 gramas da versão de gosto mais acre derrubaram a pressão que o sangue exerce sobre os vasos a máxima, ou sistólica, em 1,6 milímetros de mercúrio e a mínima, a diastólica, em 1 milímetro de mercúrio. Além disso, a prevalência da hipertensão problema que acomete cerca de 1 bilhão de pessoas no globo e é responsável por milhares de casos de infarto e derrame caiu de 86% para 68%.
A queda de cada 2 milímetros de mercúrio na medida da pressão máxima já diminui bastante o risco de morrer de AVC ou do coração, assegura o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, da Sociedade Brasileira de Cardiologia. No estudo alemão, provou-se ainda que tudo isso pode se dar sem alterações no peso e nas taxas de açúcar e gordura na circulação.
O segredo do chocolate amargo está na altísssima concentração de certos flavonóides, como as catequinas, substâncias de nome estranho encontradas no cacau. São elas que agem nas artérias, promovendo a queda da pressão. Esses compostos elevam a produção de óxido nítrico, um vasodilatador natural, explica Malachias, que é diretor do Instituto de Hipertensão Arterial de Minas Gerais, em Belo Horizonte. O endotélio, a camada interna das artérias, fica mais flexível. Assim, o sangue passa por ali gerando menos pressão, explica a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição.
Para que isso ocorra é preciso que o consumo do alimento seja diário. Bastam de 30 a 40 gramas, ou quatro quadradinhos daqueles tabletes grandes, recomenda Vanderlí. Ela dá outra boa notícia: o chocolate amargo não contribui para a subida do colesterol. Os polifenóis impedem a oxidação do LDL, o tipo ruim da gordura, explica. Eles seqüestram essa molécula, formando um complexo solúvel que é eliminado pela urina.
Uma pesquisa japonesa publicada no periódico americano Nutrition investigou o papel da procianidina, outro componente do chocolate amargo, no controle do diabete tipo 2. Roedores obesos e com o mal consumiram uma beberagem de cacau rica na substância. Passado um tempo, os níveis de açúcar no sangue dos bichos caíram. Segundo os pesquisadores, isso pode ter ocorrido porque as tais procianidinas melhorariam a eficiência da insulina, o hormônio que bota a glicose dentro das células.
"Esse tipo de suplementação preveniu o diabete em camundongos obesos", afirma à SAÚDE! Hirohisa Takano, um dos autores do trabalho. Pesquisas com o chocolate amargo cheio de flavonóides mostraram que a ingestão de 100 gramas diários poderia garantir o mesmo benefício aos humanos, algo que ainda requer mais evidências. Portanto, se você é diabético, é cedo para sair se empanturrando.
Na Espanha, uma pesquisa realizada na Universidade de Barcelona também focou sua mira nos flavonóides do cacau, mas dessa vez com o objetivo de avaliar sua ação no sistema imune de ratos jovens, principalmente em células do batalhão das defesas, como os linfócitos e os macrófagos. Os animais receberam uma dieta enriquecida com o alimento durante três semanas. Depois os especialistas chegaram à conclusão de que houve um aumento na atividade de certas áreas envolvidas com a imunidade.
Isso se verificou com maior intensidade no timo, órgão situado no tórax e responsável pela maturação dos linfócitos T, nossos guardiões contra vírus e bactérias. "Descobrimos também que o cacau protege os neurônios dos efeitos dos radicais livres", conta à SAÚDE! Emma Ramiro, líder do estudo. Mas e o chocolate com isso? Ele é feito com massa de cacau, onde se encontram os flavonóides do fruto, explica a pesquisadora. E repete o que todos os estudos já apontam: Dentre todos os tipos, o chocolate amargo é o que mais contém esse tipo de composto. Assim, ele é o único que pode ter um bom impacto na saúde.
Além de não deixar o organismo fraco e vulnerável, o alimento mantém o humor da gente em alta. Ele possui duas substâncias cujos nomes são uns verdadeiros palavrões: N-oleoletanolamina e N-linoleoiletanolamina. A dupla estabiliza as anandamidas, uma espécie de maconha produzida pelo nosso próprio cérebro. Isso faz com que a sensação de bem-estar proporcionada por elas dure mais tempo, explica Vanderlí Marchiori.
Sem falar na fenilalanina e na tirosina, dois aminoácidos que são precursores da noradrenalina e da dopamina, outra dobradinha envolvida no estado de felicidade natural. Quer motivo melhor para curtir esse sabor amargo? Bom apetite!
Fonte: http://saude.abril.com.br/edicoes/0290/nutricao/conteudo_255259.shtml
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Formas de derreter o chocolate...
Preparando o Chocolate
Sempre é bom lembrar que o chocolate diet não contém açúcar em sua composição. Porém, contém em sua fórmula, mais gordura do que os chocolates comuns.
Trabalhar com chocolate é gratificante e, ao mesmo tempo, um desafio. Na hora de trabalhá-lo deve-se seguir um esquema. O chocolate diet deve ser trabalhado da mesma maneira que o chocolate comum. Deve ser aquecido até a temperatura de 42º (uma temperatura mais elevada pode afetar a estrutura do chocolate) para derreter e passar pela temperagem para depois se cristalizar. A única diferença sentida durante a temperagem, pois sua consistência é mais elástica.
Formas de derreter o chocolate
Derretedeira
A melhor e mais adequada maneira para essa operação. Por um processo automático, ela se mantém sempre na temperatura desejada, nunca ultrapassando os 42°C. Procedimento: Retirar o chocolate da embalagem colocar na cuba e esperar o derretimento. O chocolate é colocado inteiro na cuba.
Microondas
Seu uso para o derretimento é perigoso pois, por sua agilidade pode aquecer além do necessário, alterando a estrutura do chocolate. Procedimento: Colocar em uma vasilha pedaços de chocolate e ajustar o microondas na potência média. Para cada 500g, 3 minutos. O tempo deve ser testado pois cada microondas possui um desempenho.
Banho-maria
Processo que também pode ser utilizado. Cuidado com o vapor em contato com o chocolate, pode haver uma alteração danificando o produto. Procedimento: Colocar em uma panela 2 dedos de água e aquecer até 60º, testar colocando a mão, temperatura suportável à pele. Desligar o fogo, apoiar uma vasilha com o chocolate picado e tampar, esperar alguns minutos e mexer bem até dissolver tudo.
Temperagem
Etapa fundamental para uma boa cristalização (endurecimento) do chocolate. Depois de derretido derramar sobre uma superfície fria, como uma pedra (mármore ou granito) ou refratário raso e largo e com uma espátula fazer movimentos, para o resfriamento. Quando estiver a 29º, estará pronto para ser empregado. Testar colocando um pouco de chocolate abaixo do lábio, a sensação deve ser fria. O chocolate DIET possui uma textura diferente do comum, mais grossa.
Ovo de Páscoa
Aplicar 3 camadas de chocolate na fôrma. A cada camada retirar o excesso cobrir com papel manteiga e levar à geladeira virado para baixo. Na última camada fazer as bordas.
Ovos Recheados
Aplicar 2 camadas de chocolate, uma de recheio, e vedar com outra camada de chocolate. Fechar bem para que o recheio não escape.
Bombons
Para as casquinhas, 2 camadas de chocolate é o suficiente. Deve-se aplicar o recheio e tampar com o chocolate. As camadas devem ser bem finas. Quando a fôrma apresentar uma aparência embaçada no verso, retirar e desenformar. Embalar com papel chumbo para vedar bem e conservar a qualidade até a hora do consumo.
Estes procedimentos foram explicados para o Cyber Diet por Carmen Nistal, consultora na área de chocolates. www.chocolatearte.com
Sempre é bom lembrar que o chocolate diet não contém açúcar em sua composição. Porém, contém em sua fórmula, mais gordura do que os chocolates comuns.
Trabalhar com chocolate é gratificante e, ao mesmo tempo, um desafio. Na hora de trabalhá-lo deve-se seguir um esquema. O chocolate diet deve ser trabalhado da mesma maneira que o chocolate comum. Deve ser aquecido até a temperatura de 42º (uma temperatura mais elevada pode afetar a estrutura do chocolate) para derreter e passar pela temperagem para depois se cristalizar. A única diferença sentida durante a temperagem, pois sua consistência é mais elástica.
Formas de derreter o chocolate
Derretedeira
A melhor e mais adequada maneira para essa operação. Por um processo automático, ela se mantém sempre na temperatura desejada, nunca ultrapassando os 42°C. Procedimento: Retirar o chocolate da embalagem colocar na cuba e esperar o derretimento. O chocolate é colocado inteiro na cuba.
Microondas
Seu uso para o derretimento é perigoso pois, por sua agilidade pode aquecer além do necessário, alterando a estrutura do chocolate. Procedimento: Colocar em uma vasilha pedaços de chocolate e ajustar o microondas na potência média. Para cada 500g, 3 minutos. O tempo deve ser testado pois cada microondas possui um desempenho.
Banho-maria
Processo que também pode ser utilizado. Cuidado com o vapor em contato com o chocolate, pode haver uma alteração danificando o produto. Procedimento: Colocar em uma panela 2 dedos de água e aquecer até 60º, testar colocando a mão, temperatura suportável à pele. Desligar o fogo, apoiar uma vasilha com o chocolate picado e tampar, esperar alguns minutos e mexer bem até dissolver tudo.
Temperagem
Etapa fundamental para uma boa cristalização (endurecimento) do chocolate. Depois de derretido derramar sobre uma superfície fria, como uma pedra (mármore ou granito) ou refratário raso e largo e com uma espátula fazer movimentos, para o resfriamento. Quando estiver a 29º, estará pronto para ser empregado. Testar colocando um pouco de chocolate abaixo do lábio, a sensação deve ser fria. O chocolate DIET possui uma textura diferente do comum, mais grossa.
Ovo de Páscoa
Aplicar 3 camadas de chocolate na fôrma. A cada camada retirar o excesso cobrir com papel manteiga e levar à geladeira virado para baixo. Na última camada fazer as bordas.
Ovos Recheados
Aplicar 2 camadas de chocolate, uma de recheio, e vedar com outra camada de chocolate. Fechar bem para que o recheio não escape.
Bombons
Para as casquinhas, 2 camadas de chocolate é o suficiente. Deve-se aplicar o recheio e tampar com o chocolate. As camadas devem ser bem finas. Quando a fôrma apresentar uma aparência embaçada no verso, retirar e desenformar. Embalar com papel chumbo para vedar bem e conservar a qualidade até a hora do consumo.
Estes procedimentos foram explicados para o Cyber Diet por Carmen Nistal, consultora na área de chocolates. www.chocolatearte.com
domingo, 2 de março de 2008
Chocolate meio amargo contém menos açúcar que o ao leite?
Não. Embora muitas pessoas acreditem que o chocolate meio amargo tenha sabor levemente amargo porque é fabricado com menos açúcar do que o chocolate ao leite, isso não é evidente. O chocolate meio amargo possui maior quantidade de massa de cacau e não contém leite, o que lhe garante sabor característico e coloração mais escura, se comparado com o ao leite.
Fonte: http://www1.uol.com.br/cyberdiet/colunas/020322_nut_x_pascoa_mitos.htm
Fonte: http://www1.uol.com.br/cyberdiet/colunas/020322_nut_x_pascoa_mitos.htm
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